Tecnologia imersiva no centro da maior arena de jogos virtuais do mundo

É um diálogo entre a arquitectura, a tecnologia e o lazer. A cidade de Riyadh, na Arábia Saudita passará a contar com uma instalação inovadora, denominado Qiddiya City Esports Arena que integrará a maior área de telas de vídeo dentre todas as arenas de jogos virtuais do mundo, além de tecnologias imersivas 4D. 

Quando a Wax africana sublima a história e os livros

Yinka Shonibare, nascido em 1962, filho de pais nigerianos abastados que vivem em Londres, é um pintor, fotógrafo, escultor, artista de vídeo e performer, considerado uma das estrelas actuais da cena artística contemporânea, criando obras que relatam as emaranhadas relações históricas, políticas e económicas entre a África e a Europa, e que estão agora a atingir preços recorde em leilões.

Léopold Sédar Senghor, pioneiro da negritude e incansável promotor das artes africanas

Nascido no Senegal, Léopold Sédar Senghor (1906-2001) marcou profundamente a história intelectual, cultural e política do século XX. O seu pensamento, que não deixou indiferentes as gerações nascidas após a independência, foi amplamente discutido, criticado e comentado em sucessivas releituras da história. Para alguns, ele é antes de mais um ensaísta, um poeta, um intelectual, um grande defensor da francofonia e o primeiro membro africano da Academia Francesa. “Os meus poemas, isso é o essencial”, gostava de dizer. Para outros, é um antigo tirailleur, um estadista francês e senegalês, primeiro ministro, conselheiro e deputado em França antes da independência do seu país de origem, e que se tornou o primeiro Presidente da República do Senegal (1960-80). Enquanto os seus apoiantes o vêem como um símbolo da cooperação entre a França e as suas antigas colónias, os seus detractores vêem-no como um símbolo do neocolonialismo francês em África.

Léopold Sédar Senghor, pioneiro da negritude e incansável promotor das artes africanas:

Nascido no Senegal, Léopold Sédar Senghor (1906-2001) marcou profundamente a história intelectual, cultural e política do século XX. O seu pensamento, que não deixou indiferentes as gerações nascidas após a independência, foi amplamente discutido, criticado e comentado em sucessivas releituras da história. Para alguns, ele é antes de mais um ensaísta, um poeta, um intelectual, um grande defensor da francofonia e o primeiro membro africano da Academia Francesa. “Os meus poemas, isso é o essencial”, gostava de dizer. Para outros, é um antigo tirailleur, um estadista francês e senegalês, primeiro ministro, conselheiro e deputado em França antes da independência do seu país de origem, e que se tornou o primeiro Presidente da República do Senegal (1960-80).

Léopold Sédar Senghor, pioneiro da negritude e incansável promotor das artes africanas

Nascido no Senegal, Léopold Sédar Senghor (1906-2001) marcou profundamente a história intelectual, cultural e política do século XX. O seu pensamento, que não deixou indiferentes as gerações nascidas após a independência, foi amplamente discutido, criticado e comentado em sucessivas releituras da história. Para alguns, ele é antes de mais um ensaísta, um poeta, um intelectual, um grande defensor da francofonia e o primeiro membro africano da Academia Francesa.

Identidade e “afrotopias” nas obras de artistas emergentes africanos 

A exposição virtual de artes, Foundations Art Fair, que vai até 8 de Agosto revela talentos emergentes das artes visuais contemporâneas, com destaque para africanos. Ao mesmo tempo que se mostram os nomes, o que chama atenção é a expressão das obras, que traçam os novos e diferentes olhares sobre o mundo a partir da […]

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