O MFF criou uma Academia interdisciplinar, concebida como um centro de conhecimento e criatividade que promove a inovação, a colaboração e a produção de conhecimento em diferentes áreas. A Academia procura também fortalecer redes e parcerias internacionais, especialmente entre África e outros continentes.
Como um dos três pilares do MFF: Festival, Academia e Publicações , está estruturada em dois ramos interligados: Investigação e Residências.
Ferramentas para imaginar futuros. Espaço para formação, produção e experimentação digital.
Ao mesmo tempo lugar, laboratório e centro de formação, o Hub Digital Criativo abre o acesso às tecnologias imersivas — XR, 3D, inteligência artificial. Assente num modelo colaborativo e de código aberto, partilha as suas ferramentas e os seus saberes com os parceiros, junta criativos e profissionais da tecnologia, e as produções que daí saem alimentam os projectos do MFF, até ao palco do festival.
O Maputo Fast Forward (MFF) é uma plataforma multidisciplinar que visa desenvolver a criatividade e a inovação em diferentes domínios, encorajar a colaboração entre estes, produzir conhecimento em diferentes formatos e alargar as redes e parcerias internacionais, com actores de outros países africanos e também de outros continentes.
Residências
Lugar onde o MFF forma tanto quanto produz, as residências acompanham os jovens talentos com uma equipa de mentores e formadores. O seu formato adapta-se aos projectos e aos parceiros — residência de aprendizagem, de intercâmbio ou de laboratório, de algumas semanas a vários anos — e as obras que daí nascem são apresentadas ao público, desde logo no palco do festival.
O curso Animação 3D e Produção Digital — Eco Rebels é uma formação piloto do Digital Hub do Maputo Fast Forward, implementada pela FX Animation Studios na 16Neto, com o objectivo de capacitar jovens nas principais ferramentas e técnicas de produção de conteúdos digitais e animação 3D.
Pesquisa
O Centro de Pesquisas da Academia MFF promove investigação interdisciplinar baseada nas realidades africanas, incentivando criatividade, inovação e produção de conhecimento local. O convite está aberto a pesquisadores, artistas, cientistas, tecnólogos e equipas interdisciplinares para apresentarem projetos inovadores em Moçambique.