Maputo Fast Forward lança Academia voltada para pesquisas e residências artísticas

Foi apresentada, em Maputo, a Academia Maputo Fast Forward, um espaço que vem impulsionar e catapultar a inovação, desenvolvimento de competências criativas e pesquisas, abrindo um novo ciclo ao já conhecido festival Maputo Fast Forward. A ideia é contribuir para que Moçambique e a sua capital se tornem num importante circuito criativo africano e mundial.

A Academia Maputo Fast Forward centra-se na realização de programas de Pesquisas e de Residências artísticas, multidisciplinares, com formações e inovação, alimentando as suas publicações e o seu Festival, sempre com uma visão futurista e inovadora, para o benefício de artistas, criativos, académicos, pesquisadores, profissionais do vasto campo das indústrias culturais e criativas e da sociedade no geral. 

Os programas das Residências têm por objectivo incentivar a inovação artística, a aquisição de novos conhecimentos, experimentação e práticas criativas, colaborações multidisciplinares e o diálogo intercultural.

Quanto às Pesquisas, a Academia, pretende explorar fenómenos particulares de relevância para Moçambique, África e Mundo promovendo um diálogo permanente entre conhecimento científico, conhecimento popular local, a cultura, a expressão artística e a inovação tecnológica. 

A Academia Maputo Fast Forward conta com uma equipa especializada em várias áreas, entre os quais, é de destacar a curadora de arte Élia Gemuce, que é coordenadora de Residências, como coordenador de Pesquisa está o geógrafo e activista ambiental Pr. José Maria Langa. Integram ainda a equipa, o escritor Mia Couto, como co-curador do Festival, a empreendedora na área de Tecnologias de Informação Sázia Sousa, como coordenadora de Inovação e o gestor cultural Pablo Ribeiro, nas Formações

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