Líderes no restauro de ecossistemas vencem Prémio Gulbenkian para a Humanidade

Três personalidades inspiradoras foram distinguidas com o Prémio Gulbenkian para a Humanidade 2023 como reconhecimento da sua liderança climática no restauro e na proteção de ecossistemas vitais: Bandi “Apai Janggut”, líder comunitário (Indonésia), Cécile Bibiane Ndjebet, ativista e agrónoma (Camarões), e Lélia Wanick Salgado, ambientalista, designer e cenógrafa (Brasil).

O júri, liderado pela antiga chanceler alemã Angela Merkel, selecionou estas três personalidade de entre 143 nomeados, oriundos de 55 países, reconhecendo a sua liderança e trabalho incansável, ao longo de décadas, no restauro de ecossistemas vitais (florestas, paisagens e mangais) e na proteção de territórios em conjunto com as comunidades locais. O seu compromisso foi o de agir localmente para restaurar e proteger os ecossistemas e a sua biodiversidade, contribuindo para um funcionamento saudável do sistema Terra e para mitigar os impactos das alterações climáticas.

Cécile Bibiane Ndjebet lutou, durante mais de 30 anos, pela igualdade de género e o direito das comunidades à floresta e aos seus recursos naturais. A sua intervenção conduziu ao restauro de mais de 650 hectares de terra em estado de degradação.Conheça o perfil dos vencedores aqui.

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