Lançada iniciativa para limitar detritos espaciais na órbita terrestre

Com o aumento das atividades espaciais nos dias modernos, um perigo novo e inesperado começou a surgir: os detritos espaciais.

Nos últimos dois anos, foram lançados mais satélites do que em todas as seis décadas de exploração espacial. Isso significa que há milhões de pedaços de detritos espaciais voando na Órbita Terrestre Baixa (LEO).

A maioria dos detritos espaciais consiste em objetos gerados pelo homem, como pedaços de naves espaciais, partes de foguetes, satélites que não funcionam mais ou explosões de objectos em órbita voando no espaço em alta velocidade.

Hoje, cerca de 28.160 objectos rastreados permanecem em órbita, que são monitorados pela Rede de Vigilância Espacial dos EUA.

Devido à velocidade e ao volume de detritos no LEO, os serviços, explorações e operações espaciais actuais e futuras representam um risco de segurança para pessoas e propriedades no espaço e na Terra.

A maior parte dos detritos espaciais se move rapidamente e pode atingir velocidades de 30.000 quilômetros por hora, quase sete vezes mais rápido que uma bala.

Tendo em conta esta realidade foi lançada a iniciativa Zero Detritos que tem como meta limitar significativamente a produção de detritos nas órbitas terrestre e lunar até 2030 para todas as futuras missões, programas e actividades.

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