De realidade virtual à vida real: como as pessoas viverão no futuro

No futuro, experiências de realidade virtual e metaversos podem ser vivenciadas de uma forma diferente, muito mais imersivas e naturais, proporcionando às pessoas uma sensação realista do seu ambiente de vida e de trabalho. É o que apontam os pesquisadores que desenvolveram sensores flexíveis de nanomateriais para detecção. 

Assim, com simples vibrações da pele, expressões faciais, atividades musculares, movimentos dos membros do corpo, poderá se aceder a mundos antes possíveis só com o premir de botões. 

Conduzida por pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia de Changchun (CUST) e da City University of Hong Kong (CityU), a pesquisa indica que diferentes mecanismos de disparo para interação entre nanomateriais e aplicações de metaverso/realidade virtual foram analisados como interfaces accionadas pela mecânica da pele, accionadas pela temperatura, accionadas magneticamente e accionadas por neurônios.

Sensores flexíveis baseados em nanomateriais, envolvendo várias estruturas, como nanopartículas, nanofios e nanofilmes, podem ser firmemente presos à pele humana ou integrados às roupas para monitorar as informações físicas e fisiológicas dos sujeitos enquanto eles exploram os espaços do metaverso. Os nanomateriais têm sido amplamente incorporados em sensores flexíveis devido ao seu fácil processamento, compatibilidade de materiais e propriedades únicas.

Artigo por

Edson Mandlate

Novembro 3, 2023

Artigos relacionados

Quénia lidera ranking mundial de utilização de Inteligência Artificial

Etiquetas inteligentes podem ajudar a travar falsificações através do smartphone

O continente africano está a partir-se? Nova descoberta surpreende cientistas

Maputo Fast Forward anuncia os 20 participantes seleccionados para o Curso de Animação 3D & Produção Digital

Biomni: a inteligência artificial que promete acelerar a descoberta de novos tratamentos em saúde

Academia MFF anuncia projecto vencedor do Edital de Pesquisa 2026

Nova tecnologia promete revolucionar a forma como usamos os computadores

Democracia sob pressão digital: África com desafios entre conectividade e censura em 2026